Friday, May 30, 2008

rebecca passeando por aí

pois é... durante duas semanas ela foi a washington, voltou e foi pra nova york. apesar de estar morta de cansada, adorou os dois passeios, já que como ela mesma diz, é uma cidadã do mundo (que inclusive ela acha muito pequeno).

[acho que ainda não me acostumei com o fato de polly e rebecca estarem morando fora. é estranho não ter os encontros na beira da praia, a água de côco, as saídas culturais aos sábados...].

rebecca relatou que em washington ficou estressada com tantos raios-x, e medidas de segurança pra entrar nos prédio. "os guardas são treinados pra nos estressar", ela disse, "emburrados, nervosos e antipáticos. mereciam uns dias num spa!", continuou. fora disso, amou os museus, principalemente a galeria nacional de arte, onde viu uns van gogh, rembrant, goya, monet, manet, raphael, da vinci e por aí vai. foi ao capitólio, à biblioteca do congresso (lindíssima ela disse), à suprema corte, ao museu de história natural, ao museu do holocausto ("tristíssimo e chocante"), ao memorial de lincon, ao cemitério arlington (visitou o túmulo do kennedy), a monticello (a casa de thomas jeferson e viu seu túmulo também), à casa branca, a georgetown, puxa, muitos lugares mesmo. amou! voltou mais deslumbrada e com vontade de se mudar pra lá.

voltou e uma semana depois ganhou, sim ganhou de graça uma viagem pra nova york. apesar de ter sido uma viagem do tipo relâmpaago, deu pra ela dar uma mordidinha, mesmo que só de leve na big apple. foi a time square à noite (digo, de madrugada) e entendeu porque nova york é chamada a cidade que nunca dorme. às 2:3o da madrugada o lugar tava apinhado de gente, como ela mesma descreveu. ela se sentiu no coração do mundo consumista cercada de tantos logos, propagandas e luzes brilhantes. acreditem ou não, nesse momento percebi que ela ao me contar a experiência parecia estar deslumbrada como uma criança estaria. no dia seguinte andou pela 5a avenida querendo tirar fotos de tudo e todos e reencontrou uma amiga que não via há mais de quinze anos. olhando pra todos os lados e querendo ter mais olhos no rosto maquiado pra ver cada parte, cada detalhe daquela cidade, seguiram até o central park. se despediu da sua amiga, que pediu pra ela voltar mesmo e passar mais dias lá com ela. no dia seguinte, um pouco antes de retornar, foi a um lugar que algumas pessoas de lá indicaram pra ela ir. era o parque nacional que dava pra ter uma vista de toda manhattan. já estava indo com o ânimo lá em cima, quando sem querer avistou a estátua da liberdade á sua direita. sem saber, ela estava indo pra um lugar que tem um barco que vai até a estátua! adorou a surpresa. pegou e barco e "se jogou" como diz uma amiga baiana.

voltou pra casa sabendo que vai voltar.

o mundo não é suficiente pra ela... ela quer sempre um pouco mais do que já tem ou viu. mas acho que essa sede não saciável dela é algo extraordinário! =)

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Sunday, May 4, 2008

pensando na Palavra

esses dias, antes de ir dormir, fiquei pensando na Palavra que Papai me deu.

"lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e luz pro meu caminho"
Salmos 105:119

bem, uma lâmpada não tem muita função se está apagada, mas traz esperança para encontrarmos o que precisamos onde não conseguimos ver. imaginei uma atada aos meus pés e em quanto ela seria útil pra caminhar no escuro. prossegui. acesa, a lâmpada cumpre o propósito de existir, ao iluminar a escuridão. pensei nela atada aos meus pés e acesa iluminando meus passos, ou seja, na minha esperança não frustada de ver que a lâmpada é eficaz e me ajuda a não só não me perder, mas também a achar a direção correta. isso só acontece porque coloquei em prática/ação a função da lâmpada.

não é assim também com a Palavra? ela existe, tem letras, palavras, mas enquanto não é colocada em prática não conseguimos ver a função pela qual ela nos foi dada.

dormi tão bem naquela noite...

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férias

bom, né?

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