Friday, December 29, 2006

memória seletiva

nostalgia

saudade

lembranças

memórias

acho até que agüentei bem esse ano. passou o Natal e tava "tudo" bem, mas hoje, no espaço exato entre as duas festas, não deu pra segurar. me perdi a caminho do Mundo das Abstrações Necessárias, e olha que eu já tava fazendo esse caminho de olhos fechados... parei no meio do caminho sem saber pra onde continuar e olhei pra cima (a gente sempre olha pra cima quando vai lembrar de alguma coisa guardada lá dentro). vieram os dias de tantos finais de ano. dias bem vividos. dias percorridos de casa em casa. dias de muitos telefonemas - benditos celulares... dias de encontros no meio do caminho. dias de encontros na porta de casa, na porta da igreja. dias sem rumo certo, mas companhia perfeita. dias de muitas risadas. dias de muita comida. dias em que amizades se estreitaram e segredos foram revelados - quisera eu não ter sabido de alguns, é verdade.

dias memoráveis.

esses dias serão sempre boas lembranças nessa minha memória que tem critério próprio e desconhecido pra armazenar algumas coisas.

esses dias não voltarão, mas sei que novos virão. não os substituirão, mas darão continuidade no meu arquivo anual, assim espero. guardo sim muitas lembranças, e abrigo no coração quem as proporcionaram. sei que hoje alguns se encontram do lado de fora da minha cerca (é a dinâmica da vida - paciência), enquanto outros ainda andam livremente por todo o meu território.

aos meus amigos, guerreios da noite sem rumo, ergo um brinde à vida, à amizade e à certeza de que podemos fazer muito ou nada juntos porque sabemos que sempre viveremos momentos inesquecíveis uns com os outros.

amo vocês.

muita saudade.

muita.

muita.

muita.

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Wednesday, December 27, 2006

ciúme de você

depois de alguns posts e muita reclamação, mas muita meeeeeeeesmo, vou começar a publicar os comentários de rebecca, a inês. que ela não ouça, nem leia o que escrevo aqui, mas ela já tava ficando roxa de ciúmes da polly. nada me preocupa. pode me encher, mas não me preocupa. rebecca não é de falar muito, mas quando fala também... fala mesmo.

agora é esperar e ver...

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pensa aí

se o amor tivesse forma,



qual seria?
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Monday, December 25, 2006

noite feliz - parte 2

muitas pessoas que estão na minha vida hoje posso chamar de gigantes. gigantes profissionalmente, espiritualmente, intelectualmente e por aí vai. eles me inspiram, ensinam, moldam e direcionam até sem sem saber. algumas das que estão chegando agora são gigantes também. apesar de já há algum tempo conhecer muitas faces desses seres, confesso que sempre me surpreendo quando vejo um gigante se tornar um bebê. hoje eu vi isso acontecer de novo. quando isso acontece o ambiente torna-se um esconderijo secreto e as palavras faladas selos escondidos no coração e na mente de quem as ouve. no entanto o desmoronar é algo sempre tão intenso que algumas vezes as palavras se tornam demais. tento sentir o coração, o brilho nos olhos e o desejo de acolhimento e aconchego. sinto a dor junto. inevitável. tento entender o que a causou. sei que o mais importante não são as palavras que levariam à uma solução, mesmo porque muitas vezes não se quer ou consegue exprimí-las. hoje sei que o mais importante é fazer-se presente, mesmo que calada, procurando entender e não julgando atos passados ou seus frutos colhidos. ao contrário, a presença deve acompanhar a compreensão, mesmo que não plena. um abraço. segurar nas mãos precisar dizer palavras tantas vezes ditas. melhor sentí-las. espero conseguir ser "farol que brilha à noite e como abrigo no deserto", como diz a música. já precisei disso tantas vezes e sei o quanto é difícil encontrá-los. Senhor, que eu consiga brilhar sua luz e transmitir a sua paz com serenidade e sabedoria pra que Teu nome seja engrandecido nas vidas dos que me cercam. ensina-me a ser tudo, tudo, tudo aquilo que o Senhor deseja que eu seja e que o Senhor faça a Sua luz brilhar e abençoar a vida de outros através de mim. amém.

noite feliz - parte 1

é... hoje é Natal. o ano já foi quase embora e parece que cada dia foi muito diferente do anterior. dias nada iguais. dias de crescimento. dias de entendimento. dias de alegrias. dias de conquistas. dias de tristeza. dias de saudade. muitos dias diferentes. ontem foi um dia diferente. uma noite diferente. noite e madrugada que serviram pra ver o quanto Deus é presente e se importa com coisas tão pequenas, como eu. o cuidado dEle e a fidelidade dEle têm me deixado sem palavras. MARAVILHOSO. as surpresas que tenho recebido a cada dia diferente são muito mais do que poderia pedir ou imaginar. final de semestre acadêmico surpreendente e projeção profissional que ainda está por vir - e não somente por toda a Geórgia. os carros nunca mais serão os mesmos por aqui, e eu contribuí pra isso. TREMENDO.

Deus de perto e de longe.

os amigos, capítulo delicado e à parte, estão sempre muito presente. tão perto. queria abraçá-los um por um e dizer-lhes palavras que ainda não disse e fazê-los se sentir tão especiais quanto são e eu conseguir demonstrar.
os pais, longe dos seus amigos queridos também, estão perto só no coração e na mente. abraços, companhia e as brincadeiras repentinas fazem falta. como fazem...

mas o sentido da noite ainda é um sentido feliz. o menino Deus veio habitar aqui e cumprir Seu plano redentor e é por isso, e só por isso que hoje sou quem sou, e vivo meus sonhos com esperança de estar caminhando para um futuro de paz nEle. isso me traz alegria, conforto e a certeza de que muitas coisas são passageiras e que mais à frente as sementes germinarão, darão seus frutos e eu os colherei. por isso tem sido mais leve caminhar. quem amo, carrego no coração e o que desejo ponho diante do Pai. a vida segue no seu ritmo e graças a Ele meus passos estão sincronizados na mesma batida.

Friday, December 22, 2006

play it again sam

mary did you know?

Mary, did you know
That your baby boy will one day walk on water?
Did you know
That your baby boy will save our sons and daughters?
Did you know
That your baby boy has come to make you new? T
his child that youve delivered
Will soon deliver you
Mary, did you know
That your baby boy will give sight to a blind man?
Did you know
That your baby boy will calm a storm with his hand?
Did you know
That your baby boy has walked where angels trod? A
nd when you kiss your little boy
Youve kissed the face of god
Mary, did you know?
The blind will see
The deaf will hear
And the dead will live again
The lame will leap
The dumb will speak
The praises of the lamb
Mary, did you know
That your baby boy is lord of all creation?
Did you know
That your baby boy will one day rules the nations?
Did you know
That your baby boy is heavens perfect lamb?
This sleeping child youre holding
Is the great I am

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Thursday, December 21, 2006

meanwhile



existe uma só vantagem de esquecer o celular ligado durante a noite: ser acordada com o bendito som do torpedo e ao lê-lo sorrir e se emocionar com o “te amo, linda”. É... os brutos também amam!

Ganhamos o dia! Eu e Polly.

Ai, ai...
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dôbou ou sãmsin

onde já se viu? os tempos de daniel craig e seu novo double 0 seven realmente parecem estar inspirando seguidores desejosos de uma vida secreta. mas taí, até hoje eu desconhecia a existência de amizades secretas, do tipo “não podemos ser vistos juntos em público”. hahahahaha – ah, as coisas que as pessoas se submetem... realmente tenho que tirar o chapéu pras curvas que a vida. elas são mesmo imprevisíveis e muito loucas.

Tuesday, December 19, 2006

só pra constar

hoje fui plagiada. na maior "inocência"... (e sem noção), copiaram um pequeno texto meu e como se tivesse sido escrito pela pessoa que o divulgou, começou a rodar no orkut... sensação estranha. não que polly queira glórias pra si, mas também não é justo que seus pensamentos sejam atribuidos a outrem. ela não gostou. mandou uma mensagem pro copiador dizendo que conhecia aquelas palavras e numa enxurrada ainda maior de inocência - talvez o termo plágio seja um tanto quanto distante daqueles que não estão ligados à criação - a pessoinha nem se referiu à fonte, apenas disse que havia recebido a msg e achado lindo... a resposta veio no ato: "eu sei que é lindo, pois fui eu mesma que escrevi".

Monday, December 18, 2006

daqui pra lá


é relativo. posso fazer o que quiser onde desejar e enxergar minha criação com olhos de observador. meu ponto-de-vista será sempre relativo.


coméque...

...se quebra o gelo mesmo? já tentou-se de um tudo... isqueiro, lamaparina, fósforo, tocha... funciona não. socorro... poliana tá confundidinha... tadinha. até queria ajudá-la, porque a doida dessa vez até que tem razão. dou o maior apoio pra ela. "não mude nada que você é, amiga" - eu falo pra ela. mas a coitada fica que nem peru bêbado em véspera de Natal (ai, coitado... tem gente que pelo menos espera pra ficar bêbado durante as comemorações - mas ele nem isso consegue), anyway... o tempo passa e o clima fica cada vez mais estranho... não pesado, mas estranho. será isso? será aquilo? a bichinha nem sabe por onde começar a tentar a entender a estranheza de Carey.

ui... eu vou é dormir, e deixar ela pensando nisso sozinha...

xau, miga... queima muita pestana, mas não incendeie o quarto, tá?

Saturday, December 16, 2006

muito [pouco]


poxa... é com vidas assim que a gente vê como muitas vezes nos deixamos abater por POUCO. há MUITO que aprender na vida.

meu muito. seu muito. meu pouco. seu muito. relativismo da minha própria perspectiva. pouca perspectiva. muitos e abundantes pequenos problemas insignificantes diante da grandeza dos grandes problemas reais.

"learn from love. grow from love" - live life at its fullest.

"Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco."
I Tessalonicenses 5:18

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Friday, December 15, 2006

o ring do coração (não podia ser mais brega)

Poliana hoje acordou querendo passar a mão no telefone e ligar pra todos os amigos pra marcar de se encontrarem. Em plena quinta-feira de manhã e longe pra dedéu, a louca tem um surto desses... Se a coisa continuar assim, vai ter que ser internada, a coitada. Mas, como tem coisas que vêm e passam [pelo menos da prioridade do pensamento, não necessariamente do coração], ela vai sobreviver. Corrente pra frente... ELA VAI SOBREVIVER!

Drama. Drama. Drama.

...

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Thursday, December 14, 2006

mas hein?

rotulado
entitulado
carimbado
estigmatizado
taxado
analisado
simplificado
explicado
demarcado
decretado
marcado
assinalado
fixado
manchado
pixado
designado
apontado
nomeado
qualificado
julgado
ado
ad
o
mas hein?
quem mesmo que pode definir o que é e o que não é. quem sabe se somos isso ou aquilo ou se não somos isso ou aquilo? ser no sentido de existir. me parece pretensão mesmo rotular o outro quando rótulos pessoais podem ser tão inconsistentes. é como se numa mesma garrafa, pudéssemos colocar vários rótulos, um pra cada bebedor, já que a experiência é algo sempre tão individual. então, se for isso verdade, quem tem a melhor percepção? E quem, acima deste, julgou previamente pra dizer que é a melhor? Quem assistiu O diabo veste Prada vai saber do que eu estou falando. Aquela mulher (tão fina que é até uma ofensa compará-la ao cão chupando manga) é o próprio cume ditatorial do que é e do que não é. Lá de cima sussura seus pensamentos e eles vêm descendo, passando por outros até o pobre do réu. ROTULADO! Acho que quando o assunto é bom ou mal e lamentável gosto, vá lá... a gente até consegue rir no final. Mas e quando falamos dos rótulos que tentam colocar na gente? Tudo bem que tudo tem o seu lugar, nem sempre próprio, mas tendemos mesmo a querer organizar coisas e pessoas de uma forma ou de outra. "Esse faz parte desse grupo e aquele daquele". Que alívio que dá! Como precisávamos desesperadamente fazer isso, afinal de contas se assim não fosse, não ia nem dar pra dormir à noite... Que necessidade! Por outro lado, tem gente que pede. Tem gente que é tão óbvia que entrou na fila do rotulamento umas 38 vezes e meia e ainda ficou com um gostinho de quero mais. Mas e quem faz questão de errar o caminho? Esses sabem que rótulos são sufocantes e altamente restritivos. íu! São tão livres, mesmo que só dentro da sua própria maison des images, que sabem que não dá pra restringir o que se espalha, o que pulsa em novas formas o tempo todo... Mas, pensando bem, isso faz mesmo sentindo. Acho que isso não é difícil de entender, mas então, por quê será que insistem, hein?
mas hein?

Wednesday, December 13, 2006

O amor não é um ícone.

Interessante como pessoas de fora vêem coisas tão banais que às vezes não conseguimos ver. Hoje um querido me fez ver que o que me anguistiava, na verdade pode ser uma fantasia. Como amar o que não se vê? Como amar o que não se conhece? Diferente da tietagem de página de revista, fazer coleção de fotos do ser amado não o faz parte do seu dia-a-dia. Ao contário, faz com que o seu dia-a-dia rode em torno dele. Criamos ícones de amor durante nossa vida. Imaginamos que aquele carro é o mais perfeito, que morar em tal lugar deve ser tdb, que aquela grife é o que há e que aquela pessoa é a melhor pra mim. Mas e a convivência? O carro pode dar problema, a casa pode situar-se numa contra-mão danada do resto da sua vida, as roupas podem não favorecer seu corpo e aquela pessoa pode não ser quem você pensa (ou idealizou) que ela fosse). E aí, como fica? O amor é uma escolha. Uma atitude da razão, não da volatilidade da emoção. Eu ainda escolho o que quero pra mim. Quero escolher quem quero pra mim. É assim que é e sempre foi, a gente é que demora pra entender essas coisas...

Where is the love? - a música dedicada à musa inspiradora já dizia...

Em algum lugar confortável no coração e na mente de duas pessoas simultaneamente.
O amor está nos olhos de quem cansou de só ver através das lágrimas.
O amor está nos lábios de quem cansou de beijos efêmeros.
O amor está nos braços de quem cansou de abraçar tantos corpos (ou nem tantos assim).
O amor está nas mãos de quem quer oferecer essa dádida divina.
O amor está aqui. Aqui dentro, pronto pra ser entregue a mais um só (e assim espero).
O amor está aqui, querendo não estar só.
Como diria Mário Quintana "Amar é morar um no outro."
O amor está aqui e aqui continuará até saber que encontrará morada em um lugar alto.

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Tuesday, December 12, 2006

Permanente?

If you ever feel like something's missing things you never understand
Little white shadows sparkle and glisten
Part of a system, a plan

All this noise I'm waking up
All this space I'm taking up
All this sound is breaking up

Maybe you'll get what you wanted
Maybe you'll stumble upon it
Everything you ever wanted
In a permanent state

Maybe you'll know when you see it
Maybe if you say it you'll mean it
And when you find it you'll keep it
In a permanent state, a permanent state

(White Shadows ::: Coldplay)

Alguma coisa ainda tem um estado permanente? Bem, eu sei que eu não sou uma dessas... Mas o que desejamos tanto assim e que tem? É isso mesmo que queremos?

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"A fisionomia da mulher só começa aos trinta anos".

Essa frase é de Honoré de Balzac e o texto que segue foi inspirado em seu livro "Mulher de 30 anos".

"As mulheres de trinta são morena e encantam porque parecem que nunca vão perder aquele jeitinho que trouxeram dos 20. Elas talvez não saibam, mas são as mais bonitas das mulheres. Sorriem e olham com uns olhos claros. Já notou que elas têm olhos claros? E as que usam uns cabelos longos e ondulados e ficam a todo o momento jogando as melenas para trás? É encantadora a independência das mulheres de trinta. Adoram flores e um cachorrinho pequeno. Curtem janelas abertas. Elas sabem escolher um travesseiro. E amam quem querem, a hora que querem e onde querem. E o mais importante: do jeito que desejam. São fortes as mulheres de trinta. E não têm pressa pra nada. Sabem onde vão chegar. E sempre chegam."

Mas, enquanto isso...

Do outro lado do Rio de Janeiro, minha amiga encontra-se na piscina do amor. Ah, a piscina do amor!!! A piscina de nado sincronizado do amor... Depois de indecisões, impasses e muita apurrinhação, finalmente os olhos se cruzaram (mesmo que à distância) e os corações se juntaram. Isso é pra gente sempre lembrar que nem tudo tá perdido! A-lo-ou!
Ah... l'amour... l'amour...

5 anos pra acabar... será?

É... o amor até tem lá sua faceta cômica... Pode até parecer engraçado ( e é bom mesmo quando podemos rir dos nossos dramas), mas também dá uma tristeza quando vemos alguém a quem queremos muito bem ficar com o coração em pedacinhos diante da gente. Um amor não retribuido causa dor nos dois lados. Delírios de Poliana que queria que a reciprocidade fosse sempre mandatória nesses casos. Mas Deus é quem sabe. Talvez seja mesmo hora de dizer tchau. Uma letra pra cada ano desse amor que se despede...

oh, l'amour...

"O amor não é algo que o faz sair do chão e o transporta para lugares que você nunca viu.
O nome disso é avião.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que você esconde dentro de si e não mostra para ninguém.
Isso se chama vibrador tailandês de três velocidades.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala.
O nome disso é bronquite asmática.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que chega de repente e o transforma em refém.
Isso se chama seqüestrador.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa.
Isso se chama pombo com caganeira.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que você pode prender ou botar pra fora de casa quando bem entender. Isso se chama cachorro (ou marido).
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa cinza que lançou uma luz sobre ti, o levou pra ver as estrelas e o trouxe de volta com algo dele dentro de você.
Isso se chama alienígena.
O amor é outra coisa.

O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de você.
Isso se chama controle remoto da TV.
O amor é outra coisa. "

Autor Desconhecido.