Tuesday, October 16, 2007

triste. muito triste.

é uma tristeza ardida. um choro que se começar não pára. lembranças que não param de vir. o sorriso, a palavra séria... aprendi tanto com ele e tenho certeza que aprenderia muito mais se tivesse estado mais perto. hoje, o Pai o chamou pra perto de Si. um acidente, que pra mim, não teve detalhes. um homem de Deus que por algum tempo considerei meu próprio pastor, pois me ajudava a caminhar e a conhecer Deus. sempre que o encontrava ele dizia: "aquieta o teu coração. Deus está agindo a seu favor." se hoje ainda tenho uma família, em muito agradeço e devo a ele. construiu a sua família diante dos nossos olhos. casou-se com uma jovem amada. de dois, tornaram-se três e alguns anos depois quatro. sim. o profeta de Deus foi encontrar-se com o Pai e deixa aqui sua amada e dois pequenos filhos. que Deus os console e abençoe tremendamente. ele fará falta. muita falta.

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Saturday, October 13, 2007

[nao] pó pô pá tocá

[só se você estiver pra baixo e precisar dar umas boas risadas - se bem que pode funcionar ao contrário e dar vontade de conrtar os pulsos!!!].

prabhu deva -
kalluri vaanil legendado em português

[homenagem ao dexter].

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prisão levada a sério

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detento disciplinado é assim: não falta a nenhum ensaio no pátio.

[detalhe pra mocinha... seeeeeeeiiiiii - essa smurfet já foi smurf!!!]

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Friday, October 12, 2007

pó pô pá tocá:::cara estranho

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menina... será que eles também conhecem?

Los Hermanos
Cara Estranho

Olha só, que cara estranho que chegou
Parece não achar lugar
No corpo em que Deus lhe encarnou
Tropeça a cada quarteirão
Não mede a força que já tem
Exibe à frente o coração
Que não divide com ninguém
Tem tudo sempre às suas mãos
Mas leva a cruz um pouco além
Talhando feito um artesão
A imagem de um rapaz de bem

Olha ali quem tá pedindo aprovação
Não sabe nem pra onde ir
Se alguém não aponta a direção
Periga nunca se encontrar
Será que ele vai perceber
Que foge sempre do lugar
Deixando o ódio se esconder
Talvez se nunca mais tentar
Viver o cara da TV
Que vence a briga sem suar
E ganha aplausos sem querer

Faz parte desse jogo
Dizer ao mundo todo
Que só conhece o seu quinhão ruim
É simples desse jeito
Quando se encolhe o peito
E finge não haver competição
É a solução de quem não quer
Perder aquilo que já tem
E fecha a mão pro que há de vir


impressionante...

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Tuesday, October 2, 2007

metamedium

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coldplay
don't panic

[a work produced in this new metamedium can use all techiniques which were previously unique to these different media, or any subset of these techniques].
after effects, or velvet revolution in modern culture: part 1
by lev manovich

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Saturday, September 29, 2007

feliz ao lado de

essa semana descobrimos uma coisa.

sem eu esperar, polly me disse que não consegue se sentir uma pessoa feliz do lado de um conhecido seu. continuou dizendo que não sente alegria quando ela está com ele.

engraçado. eu mesma sinto a mesma coisa.

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gente diferente

essa semana polly veio com umas conversas estranhas [acho que tantas culturas diferentes juntas estão balançando sua cabecinha).

a cada dia ela se convence mais de que os cariocas são muito parecidos entre si, mas são muito diferentes dos outros. ah, e que gente que convive com cariocas acabam se assemelhado no jeito. fora do mundo deles, a maioria das pessoas com que ela tem convivido é totalmente diferente do que ela está acostumada.

acho que o fato dela estar vendo [e vivendo, e convivendo] com gente tão diferente ainda é intrigante pra ela. "essa gente é muito diferente", ela sempre diz. eu tenho que concordar com ela, gente. mesmo falando a mesma língua, parece que as palavras têm significados inteiramente diferentes. palavras como amizade, compromisso, contato, bate-papo, tempo, são tão difentes nesses dicionários não-carioquês, que às vezes, não somente ela se perde, mas eu também.

mas, o mais importante disso tudo é entender e saber que, apesar de algumas vezes se sentir como em outro planeta, ela ainda é quem ela quer tanto ser. polly sabe que é continua sendo e tendo no coração os mesmos sentimentos que a dão tanto orgulho. ela acha lindo se dar para os outros, fazer alguém sorrir. é o vício dela.

ainda leva um tempinho pra algumas coisas fazerem sentido na cabecinha dela, mas ela chega lá. enquanto isso, ela vai lembrando das coisas que gosta de fazer com quem lhe é semelhante.

e eu dou o maior apoio à ela.

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