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"olhar dramático"
hahahaha
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Wednesday, June 25, 2008
Friday, May 30, 2008
rebecca passeando por aí
pois é... durante duas semanas ela foi a washington, voltou e foi pra nova york. apesar de estar morta de cansada, adorou os dois passeios, já que como ela mesma diz, é uma cidadã do mundo (que inclusive ela acha muito pequeno).
[acho que ainda não me acostumei com o fato de polly e rebecca estarem morando fora. é estranho não ter os encontros na beira da praia, a água de côco, as saídas culturais aos sábados...].
rebecca relatou que em washington ficou estressada com tantos raios-x, e medidas de segurança pra entrar nos prédio. "os guardas são treinados pra nos estressar", ela disse, "emburrados, nervosos e antipáticos. mereciam uns dias num spa!", continuou. fora disso, amou os museus, principalemente a galeria nacional de arte, onde viu uns van gogh, rembrant, goya, monet, manet, raphael, da vinci e por aí vai. foi ao capitólio, à biblioteca do congresso (lindíssima ela disse), à suprema corte, ao museu de história natural, ao museu do holocausto ("tristíssimo e chocante"), ao memorial de lincon, ao cemitério arlington (visitou o túmulo do kennedy), a monticello (a casa de thomas jeferson e viu seu túmulo também), à casa branca, a georgetown, puxa, muitos lugares mesmo. amou! voltou mais deslumbrada e com vontade de se mudar pra lá.
voltou e uma semana depois ganhou, sim ganhou de graça uma viagem pra nova york. apesar de ter sido uma viagem do tipo relâmpaago, deu pra ela dar uma mordidinha, mesmo que só de leve na big apple. foi a time square à noite (digo, de madrugada) e entendeu porque nova york é chamada a cidade que nunca dorme. às 2:3o da madrugada o lugar tava apinhado de gente, como ela mesma descreveu. ela se sentiu no coração do mundo consumista cercada de tantos logos, propagandas e luzes brilhantes. acreditem ou não, nesse momento percebi que ela ao me contar a experiência parecia estar deslumbrada como uma criança estaria. no dia seguinte andou pela 5a avenida querendo tirar fotos de tudo e todos e reencontrou uma amiga que não via há mais de quinze anos. olhando pra todos os lados e querendo ter mais olhos no rosto maquiado pra ver cada parte, cada detalhe daquela cidade, seguiram até o central park. se despediu da sua amiga, que pediu pra ela voltar mesmo e passar mais dias lá com ela. no dia seguinte, um pouco antes de retornar, foi a um lugar que algumas pessoas de lá indicaram pra ela ir. era o parque nacional que dava pra ter uma vista de toda manhattan. já estava indo com o ânimo lá em cima, quando sem querer avistou a estátua da liberdade á sua direita. sem saber, ela estava indo pra um lugar que tem um barco que vai até a estátua! adorou a surpresa. pegou e barco e "se jogou" como diz uma amiga baiana.
voltou pra casa sabendo que vai voltar.
o mundo não é suficiente pra ela... ela quer sempre um pouco mais do que já tem ou viu. mas acho que essa sede não saciável dela é algo extraordinário! =)
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[acho que ainda não me acostumei com o fato de polly e rebecca estarem morando fora. é estranho não ter os encontros na beira da praia, a água de côco, as saídas culturais aos sábados...].
rebecca relatou que em washington ficou estressada com tantos raios-x, e medidas de segurança pra entrar nos prédio. "os guardas são treinados pra nos estressar", ela disse, "emburrados, nervosos e antipáticos. mereciam uns dias num spa!", continuou. fora disso, amou os museus, principalemente a galeria nacional de arte, onde viu uns van gogh, rembrant, goya, monet, manet, raphael, da vinci e por aí vai. foi ao capitólio, à biblioteca do congresso (lindíssima ela disse), à suprema corte, ao museu de história natural, ao museu do holocausto ("tristíssimo e chocante"), ao memorial de lincon, ao cemitério arlington (visitou o túmulo do kennedy), a monticello (a casa de thomas jeferson e viu seu túmulo também), à casa branca, a georgetown, puxa, muitos lugares mesmo. amou! voltou mais deslumbrada e com vontade de se mudar pra lá.
voltou e uma semana depois ganhou, sim ganhou de graça uma viagem pra nova york. apesar de ter sido uma viagem do tipo relâmpaago, deu pra ela dar uma mordidinha, mesmo que só de leve na big apple. foi a time square à noite (digo, de madrugada) e entendeu porque nova york é chamada a cidade que nunca dorme. às 2:3o da madrugada o lugar tava apinhado de gente, como ela mesma descreveu. ela se sentiu no coração do mundo consumista cercada de tantos logos, propagandas e luzes brilhantes. acreditem ou não, nesse momento percebi que ela ao me contar a experiência parecia estar deslumbrada como uma criança estaria. no dia seguinte andou pela 5a avenida querendo tirar fotos de tudo e todos e reencontrou uma amiga que não via há mais de quinze anos. olhando pra todos os lados e querendo ter mais olhos no rosto maquiado pra ver cada parte, cada detalhe daquela cidade, seguiram até o central park. se despediu da sua amiga, que pediu pra ela voltar mesmo e passar mais dias lá com ela. no dia seguinte, um pouco antes de retornar, foi a um lugar que algumas pessoas de lá indicaram pra ela ir. era o parque nacional que dava pra ter uma vista de toda manhattan. já estava indo com o ânimo lá em cima, quando sem querer avistou a estátua da liberdade á sua direita. sem saber, ela estava indo pra um lugar que tem um barco que vai até a estátua! adorou a surpresa. pegou e barco e "se jogou" como diz uma amiga baiana.
voltou pra casa sabendo que vai voltar.
o mundo não é suficiente pra ela... ela quer sempre um pouco mais do que já tem ou viu. mas acho que essa sede não saciável dela é algo extraordinário! =)
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Sunday, May 4, 2008
pensando na Palavra
esses dias, antes de ir dormir, fiquei pensando na Palavra que Papai me deu.
"lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e luz pro meu caminho"
Salmos 105:119
bem, uma lâmpada não tem muita função se está apagada, mas traz esperança para encontrarmos o que precisamos onde não conseguimos ver. imaginei uma atada aos meus pés e em quanto ela seria útil pra caminhar no escuro. prossegui. acesa, a lâmpada cumpre o propósito de existir, ao iluminar a escuridão. pensei nela atada aos meus pés e acesa iluminando meus passos, ou seja, na minha esperança não frustada de ver que a lâmpada é eficaz e me ajuda a não só não me perder, mas também a achar a direção correta. isso só acontece porque coloquei em prática/ação a função da lâmpada.
não é assim também com a Palavra? ela existe, tem letras, palavras, mas enquanto não é colocada em prática não conseguimos ver a função pela qual ela nos foi dada.
dormi tão bem naquela noite...
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"lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e luz pro meu caminho"
Salmos 105:119
bem, uma lâmpada não tem muita função se está apagada, mas traz esperança para encontrarmos o que precisamos onde não conseguimos ver. imaginei uma atada aos meus pés e em quanto ela seria útil pra caminhar no escuro. prossegui. acesa, a lâmpada cumpre o propósito de existir, ao iluminar a escuridão. pensei nela atada aos meus pés e acesa iluminando meus passos, ou seja, na minha esperança não frustada de ver que a lâmpada é eficaz e me ajuda a não só não me perder, mas também a achar a direção correta. isso só acontece porque coloquei em prática/ação a função da lâmpada.
não é assim também com a Palavra? ela existe, tem letras, palavras, mas enquanto não é colocada em prática não conseguimos ver a função pela qual ela nos foi dada.
dormi tão bem naquela noite...
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Tuesday, April 29, 2008
cansei de ser pequena
Réquiem o Pequeno
Herbert Vianna
Te falta o gesto largo, a ébria poesia
Te sobra a pequeneza, as pequenas certezas
Como Agenor dizia
A vida não te intoxica enquanto contas trocadas
Não vês o anzol e a linha da vida que passa ao teu lado
Te falta subir ao mais alto, te falta descer ao mais baixo
Te sobra a maldita prudência, alegrias compradas a prazo
Ao invés de viver, sobrevives, sacrificas o essencial
Não choras de dor em finados, não gritas de amor carnaval
Cometes então, que surpresa! o sacrilégio final
Não vês a fugaz e humana beleza e sonha em ser imortal
há uns 5 anos, costumava ouvir essa música praticamente todos os dias, várias vezes por dia, pra ver se eu reagia e saia da minha condição de estar sendo pequena.
ser pequeno, muitas vezes, é uma questão de acomodação "A vida não te intoxica enquanto contas trocados. Não vês o anzol e a linha da vida que passa ao teu lado. / Te falta subir ao mais alto, te falta descer ao mais baixo. Te sobra a maldita prudência, alegrias compradas a prazo". ser pequeno, muitas vezes, é ter medo de sair da sua zona de conforto [que conforto?, eu pergunto] - de sair do mundinho apertado do qual se conhece cada canto, rachadura, cores e cheiros.
estou muito feliz por ter me jogado pelo mundo afora e ter saido das quatro pequenas paredes + um teto que levantaram, com a minha ajuda, ao meu redor. estou feliz porque hoje ao ouvir essa música lembrei de quão pequena e medrosa já fui a ponto de querer fechar meus olhos pro anzol que estava ao meu lado. estou feliz porque hoje sei que mordi a isca e engoli o anzol. fui puxada pra superfície e hoje consigo começar a respirar que nem gente grande. louvo ao meu Deus por isso. louvo ao meu Deus porque Ele me puxou pra um lugar tão alto como eu nunca poderia imaginar existir na minha vida.
estou feliz porque não só cansei de ser pequena, mas também porque sei que o gigante dentro de mim [e cada um sabe das suas próprias proporções] está crescendo e tomando conta de tudo que eu sou, todos os dia.
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Herbert Vianna
Te falta o gesto largo, a ébria poesia
Te sobra a pequeneza, as pequenas certezas
Como Agenor dizia
A vida não te intoxica enquanto contas trocadas
Não vês o anzol e a linha da vida que passa ao teu lado
Te falta subir ao mais alto, te falta descer ao mais baixo
Te sobra a maldita prudência, alegrias compradas a prazo
Ao invés de viver, sobrevives, sacrificas o essencial
Não choras de dor em finados, não gritas de amor carnaval
Cometes então, que surpresa! o sacrilégio final
Não vês a fugaz e humana beleza e sonha em ser imortal
há uns 5 anos, costumava ouvir essa música praticamente todos os dias, várias vezes por dia, pra ver se eu reagia e saia da minha condição de estar sendo pequena.
ser pequeno, muitas vezes, é uma questão de acomodação "A vida não te intoxica enquanto contas trocados. Não vês o anzol e a linha da vida que passa ao teu lado. / Te falta subir ao mais alto, te falta descer ao mais baixo. Te sobra a maldita prudência, alegrias compradas a prazo". ser pequeno, muitas vezes, é ter medo de sair da sua zona de conforto [que conforto?, eu pergunto] - de sair do mundinho apertado do qual se conhece cada canto, rachadura, cores e cheiros.
estou muito feliz por ter me jogado pelo mundo afora e ter saido das quatro pequenas paredes + um teto que levantaram, com a minha ajuda, ao meu redor. estou feliz porque hoje ao ouvir essa música lembrei de quão pequena e medrosa já fui a ponto de querer fechar meus olhos pro anzol que estava ao meu lado. estou feliz porque hoje sei que mordi a isca e engoli o anzol. fui puxada pra superfície e hoje consigo começar a respirar que nem gente grande. louvo ao meu Deus por isso. louvo ao meu Deus porque Ele me puxou pra um lugar tão alto como eu nunca poderia imaginar existir na minha vida.
estou feliz porque não só cansei de ser pequena, mas também porque sei que o gigante dentro de mim [e cada um sabe das suas próprias proporções] está crescendo e tomando conta de tudo que eu sou, todos os dia.
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passarinho também anda
ontem quando estava indo pro estágio, polly viu um passarinho. ele estava no chão e, segundo a sua descrição era lindo: azul, laranja e preto. ela espaçou mais o passo pra ficar vendo o que o bichinho ia fazer. ele então, atravessou boa parte da rua caminhando com seus passinhos rápidos e bonitinhos [palavras dela]. ela guardou aquela cena do passarinho caminhando e depois contou pra rebecca e pra mim. rebecca, como sempre analisando tudo friamente, traçou um paralelo psicológico entre polly e o tal passarinho. ela salientou que polly provavelmente ficou intrigada com aquela cena porque passarinhos foram feitos para voar e que não estamos acostumados a vê-los andando, mas lembrou bem "passarinho também anda". isso acontece talvez por preguiça de bater as asas, mas mais provavelmente porque ele sabe que às vezes tem que andar mesmo, pois é a coisa mais lógica a fazer. rebecca continuou dizendo que algumas vezes ao vermos pássaros andando, pensamos que eles estão perdendo tempo fazendo aquilo e que voar seria mais rápido, mais único e mais bonito. ela então trouxe polly pra comparação. falou um pouco de polly como pessoa e terminou na polly profissional. ela disse que às vezes polly até podia achar que estagiar novamente quando poderia estar trabalhando e ganhando dinheiro de verdade era uma perda de tempo, como andar ao invés de voar. que seria algo semelhante a saber que se tem asas, mas insistir em usar as pernas. rebecca faz seu desfecho lembrando que algumas vezes na vida temos que "andar pra trás, pra ganhar impulso e dar um salto pra frente" e que era isso que polly estava fazendo.
eu estranhei as palavras generosas de rebecca, mas ela tinha toda razão sobre aquilo. ter asas não significa usá-las o tempo inteiro pra ir de um lugar pra outro. de tempos em tempos, até os pássaros usam suas pernas para irem adiante mesmo que numa velocidade menor. com isso concluo que, na verdade, o importante na vida é não parar. é aplicar uma dinâmica de um movimento diário nos pensamentos, ações e conquistas pra ir cada vez mais longe.
gostei de ter ouvido esse papo entre as duas. também aprendi algo valioso. por isso, da próxima vez que achar que estou "andando pra trás", vou pensar duas vezes se não estou simplesmente preparando minhas asas pra um vôo mais alto.
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eu estranhei as palavras generosas de rebecca, mas ela tinha toda razão sobre aquilo. ter asas não significa usá-las o tempo inteiro pra ir de um lugar pra outro. de tempos em tempos, até os pássaros usam suas pernas para irem adiante mesmo que numa velocidade menor. com isso concluo que, na verdade, o importante na vida é não parar. é aplicar uma dinâmica de um movimento diário nos pensamentos, ações e conquistas pra ir cada vez mais longe.
gostei de ter ouvido esse papo entre as duas. também aprendi algo valioso. por isso, da próxima vez que achar que estou "andando pra trás", vou pensar duas vezes se não estou simplesmente preparando minhas asas pra um vôo mais alto.
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Wednesday, April 23, 2008
isabella
não sei por qual motivo ainda leio as notícias sobre a menina isabella. foi um ato tão bárbaro e tão covarde...
que a justiça seja feita e que aqueles que pensavam em realizar um gesto parecido reflitam e recuem.
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que a justiça seja feita e que aqueles que pensavam em realizar um gesto parecido reflitam e recuem.
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