Tuesday, March 4, 2008

manual de instruções

[como num manual, cada parágrafo é um pensamento quase que isolado sobre uma função específica. muito tempo sem escrever e correiria dá nisso!!!!].

sim. eles deveriam ter [nós também]. fala sério. às vezes umas coisinhas pequenas [furões superagudos, por exemplo] conseguem entrar no meio de uma relação onde tudo estava indo bem. como é isso? eu não sei. de onde eles vêm? de algum lugar muito obscuro! Enfim, ao começarmos um relacionamento deveríamos receber um manual de instruções pra saber como melhor lidar com a "peça". sabemos que quando adquirimos um eletroeletrônico novo não vamos aprender a mexer em todas as suas funções, mas que as básicas podem ser um desafio no início. é uma budega quando encrencamos logo nas básicas. é desafiador! eu fico doidinha, mas não sossego até saber como que o breguete funciona!

ha!

me dei conta de uma coisa agora. pessoas não respondem de uma forma padrão como as máquinas. taí então a explicação porque não temos manual de instruções. como somos inconstantes! mudamos a todo instante, não só porque aprendemos coisas novas, mas porque não queremos mais ser iguais a antes. bem, eu, pelo menos sou assim.

é... acho que tem jeito não. os conflitos vão vir, mas espero sempre estar na garantia de que tudo vai ficar bem no final. como a máquina, fomos feitos pra funcionar, dar certo e realizar nossa função. me recuso a comparar um relacionamento a um submarino [por mais engraçado que seja]. foi feito pra afundar, mas consegue flutuar. prefiro pensar que não fomos feitos pra afundar juntos, mas pra melhorarmos o funcionamento conforme o uso.

cá entre nós... um fator desafiador é o fato de esse ser um tele-relacionamento. [tele=distância]. o olhar diz tanto... o toque, a respiração... mas, apesar disso, se ainda valer a pena no final, vambora!

vambora! vambora!

.

No comments: